YABADABADOO!!!

Hoje somos seres completamente dependentes de nossos meios de transporte.

Devido à baixa qualidade na oferta de transporte coletivo público de qualidade, a opção por transporte individual é feita por grande parte da população.

Carros e motocicletas estão por todos os lados.

Essa opção nos traz muita comodidade e facilidade em adequar nossos horários. O problema é que também traz inconvenientes.

Além do custo de manter um carro ou uma motocicleta, a não utilização de um meio de transporte público nos faz também arcar com tudo referente a nosso próprio veículo.

O que quero dizer com isso? Supondo que você esteja em um ônibus e ele tenha algum problema mecânico. Por maior que seja o transtorno e cause atraso aos passageiros, a responsabilidade de chamar um ônibus reserva e providenciar tudo referente ao conserto e transporte do veículo quebrado fica por conta da empresa.

Já no caso de veículos próprios, tudo fica por conta de nós mesmos. E "tudo" inclui:

  • Providenciar a locomoção do veículo;
  • Transporte dos passageiros, caso você não esteja sozinho;
  • A segurança do local;
  • A sua segurança;
  • O conserto do veículo;
  • Etc.

É muita coisa. E o problema é que pensamos nisso apenas quando nos vemos dentro do problema.

Alguns pontos, se observados com antecedência, podem ajudar nesses momentos.
Para automóveis o seguro é indispensável. É uma despesa alta, mas necessária. Você pode passar muito tempo sem usar os serviços da seguradora, achar estar jogando dinheiro fora, mas no momento de uma pane, em uma cidade desconhecida, por exemplo, o seguro irá salvar.

Mas os gastos vão muito além.

Quando compramos um veículo não ponderamos gastos mensais e anuais com o carro.

Se comparar os valores saberemos que ter um automóvel ao invés de optar pelo uso do transporte público e táxi, é um péssimo negócio pelo aspecto financeiro.

Todo veículo tem um custo elevado, mesmo parado em nossa aconchegante garagem.
O gasto com seguro e IPVA por si só e sem levar em consideração os demais, podem superar sem problema o valor pago com passagens de ônibus, metrô e até de táxi durante o ano.

Isso sem falar na famigerada depreciação, que corrói nosso patrimônio assim que colocamos os pneus para rodar fora da concessionária.

O ponto chave desse cenário é que ter um carro envolve muitos outros aspectos que não o financeiro.

Carro é paixão e objeto de desejo. Jovens, principalmente homens, colocam a aquisição de um automóvel no topo de sua lista de prioridades.
Afirmação social, status, ambição, luxo, poder. Têm muita coisa envolvida.

Não quero aqui julgar ou questionar, pois também estou inserido nesse contexto.

A questão é apenas tornar as coisas claras, com números.

Quanto custa manter seu carro?

A resposta de questionamento pode surpreender.

Faça sua simulação abaixo.



Feito isso e com o valor em mente é momento de decidir:

  • Tudo bem, não sabia do montante exato, mas tinha ideia. É um preço que escolhi por tudo que envolve;
  • Acredito que posso iniciar um processo para repensar meus conceitos com relação ao tema.

Informação é tudo na vida. A decisão tomada não importa, desde que não esteja fundamentada em ignorância e não conhecimento.


Referência
http://vocesa.abril.com.br/servicos/calculadoras-e-simuladores/quanto-custa-manter-um-carro.shtml


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