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Mil e uma utilidades da paixão nacional!

Volumosas e redondamente sensuais.
Bunda é reconhecidamente uma paixão nacional.

Programas de televisão passam boa parte de seu precioso tempo em apetitosos closes em abundantes e variadas maravilhas do país de Jobim.

É hipocrisia criticar, pois se existem atrações de TV, independente do seu conteúdo, é porque existe público e audiência.

Muitas fizeram e fazem carreira remexendo seus instrumentos pelo país, sob o olhar de boquiabertos e entusiasmados admiradores.

Dizem que um popozão avantajado é de grande serventia em caso de quedas em que ele seja o primeiro a entrar em contato com o solo.

E não só air-bag natural e objeto de desejo masculino fazem vida das belas nádegas.

Os criativos japoneses acharam mais uma interessante utilidade.

Um aparato com 360 sensores instalado no assento de automóveis faz a leitura dos glúteos e identifica se o motorista está ou não autorizado a guiar o veículo.

Pressão, área de contato e temperatura formam um código chave.

Os pesquisadores afirmam que esse método chega a 98% de precisão.

Os sensores estão presentes em uma espécie de folha espessa e extremamente sensível que lê o contorno dos traseiros de quem se posiciona para pilotar o carro equipado com a novidade.

O custo estimado do equipamento gira em torno de R$ 900,00 e seu principal desafio é a durabilidade.

Quando essa questão estiver resolvida a negociação com as montadoras irá começar.

É compreensível essa dificuldade com relação à durabilidade.

Imagine esse sistema de segurança por glúteos nos carros de Mulher Melancia e Rita Cadillac. Vai ter que ser muito resistente!

Não pense que já viu de tudo, sempre terá alguém pensando em fazer algo diferente com sua bunda!


A nova onda do Oriente


As tradições culinárias de um país se espalham pelo mundo, através de seus famosos chefs, redes de restaurantes e imigrantes.
Algumas caem no gosto da população e passam a fazer parte do seu dia-a-dia, sendo embutido e se confundindo com a cultura local.
Como a imigração no Brasil foi muito grande, nossa culinária sofreu influência importante de portugueses, italianos, africanos e também de nossos povos indígenas.

A história das redes de fast-food no Brasil, por exemplo, se iniciou na década de 50, no Rio de Janeiro.
Em 1952 foi inaugurada a primeira loja do Bob's. Nesse momento era apresentado ao Brasil um cardápio muito conhecido nosso nos dias de hoje: cachorro-quente, hambúrguer, milk-shake e sundae.
No final da década de 70, mais precisamente em 1979, foi inaugurada a primeira loja no McDonald's no Brasil, novamente no Rio de Janeiro. Eu e o McDonald's Brasil temos a mesma idade, mas acredito que devo considerar afirmar que eles alcançaram o sucesso um pouco antes de mim, que ainda estou batalhando. Dados da franquia indicam que o McDonalds emprega, diretamente, mais de 34.000 funcionários.
A história do fast-food no Brasil foi também uma das importantes portas de entrada da cultura americana, não apenas gastronômica, no Brasil.

Mas não é só de hambúrguer e batata-frita que sofremos influência.
A culinária japonesa está cada vez mais presente e ganha cada vez mais adeptos.
Redes de restaurantes especializados em quitutes japoneses são muitas e estão espalhadas pelo país. É raro uma cidade que não tenha um tradicional restaurante com apetitosos sashimis, sushis, tempuras, e outras delícias.

Do oriente também veio a culinária chinesa, e não tão menos importante que as redes americanas, temos uma das maiores redes de alimentação do país, o China in Box.

E para fazer justica temos a rede Habib's, outro gigante da alimentação no país, especializado em comida árabe.

São muitas as influências, casos de sucesso e podemos ter novidade por aí nos próximos anos.

Especialistas afirmam que podemos estar prestes a vivenciar uma invasão mundial da culinária coreana. Isso mesmo, a culinária coreana pode ser a nova onda do Oriente marchando com passos largos para conquistar o paladar do Ociente.
Isso muito por conta da afirmação econômica do país, que conta com gigantes da indústria mundial, e também por conta dos habitantes coreanos espalhados pelo mundo, com forte presença aqui no Brasil.

Conheço muito pouco sobre culinária coreana. Vi uma reportagem do Oliver Anquier sobre o assunto no Bairro do Bom Retiro, na cidade de São Paulo, que conta com restaurantes típicos. A minha impressão foi que a culinária coreana é apoiada nas verduras e vegetais e não dispensam uso de temperos picantes.

Será que realmente vai pegar? O tempo dirá!

Se você está procurando onde fazer investimento e tem espírito pioneiro pode morar aí uma boa opção. O pioneirismo é arriscado, mas caso realmente essa tendência se confirme pode ser vantajoso. Quem sabe a próxima rede de restaurantes de sucesso pode ser coreana e você o empreendedor desse negócio.

Qual surfista vai desbravar a nova do Oriente?


Referência
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fast-food_no_Brasil